ÉVORA MINHA CIDADE

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

NA VERDADE, NINGUÉM VIVE SÓ











Na verdade, niguém vive só, mesmo quando não temos alguém ao nosso lado, no nosso coração e no nosso pensamento existe alguém ou alguma coisa que nos desperta e nos chama para a vida.


Ninguém vive só...
Mesmo as estrelas do céu brilham juntas.
Mesmo as águas do oceano correm em conjunto.
Mesmo as lágrimas rolam duas a duas, não raro acompanhadas de sorriso...
Ninguém vive só...
Mesmo as folh...
as pequeninas dos arbustos dormem juntas.
E os pássaros cortam ares em revoadas.
Ninguém vive só.
Mesmo as pedras procuram o caminho, porque o caminho não é deserto, mas transitado pelos homens.
Mesmo as flores procuram o jardim, porque os jardins são visitados.
Mesmo os perfumes procuram as flores, porque a flor perfumada exerce maior atração.
Ninguém vive só...
E nessa grande harmonia de conjunto, resta a constante busca de "outro", neste irresistível poema de sociabilidade, nós nos situamos também como gente.
Ninguém vive só...
Situar-se como gente é abandonar a idéia do EU, a atitude do egoísmo para aderir ao NÓS. Eu , você, todos nós:
Abertos, confiantes, construtivos, comunitários e sociais!
G. B.
 
 
 

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

DIA MUNDIAL DO BRAILLE





Braille ou braile é um sistema de leitura com o tato para cegos inventado pelo francês Louis Braille no ano de 1827 em Paris.
 
O Braille é um alfabeto convencional cujos caracteres se indicam por pontos em alto relevo. O deficiente visual distingue por meio do tato. A partir dos seis pontos relevantes, é possível fazer 63 combinações que podem representar letras simples e acentuadas, pontuações, números, sinais matemáticos e notas musicais.
 
Louis Braille perdeu a visão aos três anos. Quatro anos depois, ele ingressou no Instituto de Cegos de Paris. Em 1827, então com dezoito anos, tornou-se professor desse instituto. Ao ouvir falar de um sistema de pontos e buracos inventado por um oficial para ler mensagens durante a noite em lugares onde seria perigoso acender a luz, ele fez algumas adaptações no sistema de pontos em alto relevo, e em 1829 publicou o seu método.
 
Sendo um sistema realmente eficaz, por fim tornou-se popular. Hoje, o método simples e engenhoso elaborado por Braille torna a palavra escrita disponível a milhões de deficientes visuais, graças aos esforços decididos daquele rapaz há quase 200 anos.
 
O braille provou ser muito adaptável como meio de comunicação. Quando Louis Braille inicialmente inventou o sistema de leitura, aplicou-o à notação musical. O método funciona tão bem que a leitura e escrita de música é mais fácil para os cegos do que para os que vêem. Vários termos matemáticos, científicos e químicos têm sido transpostos para o braille, abrindo amplos depósitos de conhecimento para os leitores cegos. Relógios com ponteiros reforçados e números em relevo, em braille, foram produzidos, de modo que dedos ágeis possam sentir as horas.






segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

FELIZ NATAL A TODOS OS AMIGOS

                  





Na plenitude dos tempos

Maria

concebeu o inconcebível

à mente humana!

Em seu ventre virgem

O Deus de todos os mundos e universos

desceu

tomando forma real

plena, no homem que criou e formou

à sua própria imagem.

História inexplicável à finitude

de nossas mentes tão limitadas!...



A Santidade e Amor.

Causas primárias nos Céus

de alcance universal.

Arquitectou e planeou o impensável.

Deus filho

em oferta voluntária.

Despojado de Sua Glória

vem.

Em entrega total de obediência sublime

para a reconstrução do Homem

à sua posição inicial

a que O Senhor o votou.

De comunhão intima com Deus.

E Sua própria imagem



Estrelas cantaram unidas

Cânticos de júbilo

Na revelação de

Sabedoria e Amor Celestial

à Terra!



Anjos santos de coral glorioso

Entoaram, qual diapasão harmónico,

Orquestral.

A sinfonia de Paz aos homens.

Ao coração angustiado, perturbado

pela quebra da sintonia

Deus e Homem.

no Éden.



O Paraíso perdido

estava agora ao alcance.

Acessível a todas as gentes

que se interrogam na busca da satisfação

ao seu vazio interior.



- A Luz.

- A Vida.

- O Amor.

Corporizou-se... Deus em Seu filho Jesus Cristo,

chegou e realizou tudo quanto

em sua soberana vontade

planeada antes de todos os tempos...

Já havia efectuado.

Na plenitude de nova dispensação.

"Deus enviou seu Filho nascido de mulher"

a fim de remir do mal

e recebermos a adopção de filhos.

Aquele que O aceitar

Sem discriminação! Qualquer!...


Depois

O Céu desceu, ficou tão perto

que se pode tocar e agarrar pela fé

Quando o Deus - conosco - Emanuel.

No Seu Natal singular

veio no poder do Espírito Santo

e cada coração que O ama

e recebe, para sempre...

Ficar



Poema este extraído do livro JARDIM REGADO da poetisa Cremilde Cambeta, que no Reino dos Céus e junto de Desus estará.






 



 




terça-feira, 15 de outubro de 2013

QUANDO PASSO


 



Quando passo: 

Quando passo á tua porta, porta que o tempo fechou, não te vejo, mas que importa, se recordo o que passou. 
Vejo o teu sorriso doce, pregado no chão que piso, marcado como se fosse esse teu lindo sorriso. 
Lembro as palavras serenas, que sereno me dizias, e a força nas mãos suaves com que as vezes me prendias. 
Já te não tenho é bem certo, tudo passou mas que importa, se ainda me sinto perto quando passo à tua porta. 
Eu vou andando por cá, sofrendo minha cruz, até chegar a minha hora, para me juntar a ti, lá no céu junto a Jesus! 
  G. Batista. Século XXI. 







segunda-feira, 14 de outubro de 2013

AS HORAS




As horas: 

Chorava por te não ver, por não te ter choro agora, por isso eu peço a vida para te ter a toda a hora. 

 Passa o tempo de corrida, quando falas eu te escuto, nas horas da nossa vida, cada hora é um minuto. 

 Quando estás ao pé de mim, sinto-me a dona do mundo, mas o tempo é tão ruim, tem cada hora um segundo. 

 Deixa-te estar ao meu lado, não te Vaz daqui embora, para que o meu pobre coração, viva ao menos uma hora. 

  G. Batista. 

  Século XXI.



quinta-feira, 27 de junho de 2013

SIGNO DO COELHO









COELHO METAL - 1891, 1951, 2011

Este tipo de coelho pode ser mais resistente física e mentalmente do que os coelhos que pertencem a outros elementos. Não assumirá os compromissos como os outros coelhos. Tem uma  fé inabalável nos seus próprios poderes da observação e dedução e está frequentemente convencido que tem a resposta e as soluções certas para os problemas. Pode assumir responsabilidades de forma admirável e aumentará bastante a iniciativa no trabalho

 O metal combinado com o coelho fá-lo-á preocupar-se mais com os seus desejos, objectivos e impulsos criativos. Será mais voluntarioso, mas a sua ambição será medida com cuidado através da lógica fresca e da  inteligência.
Um conhecedor por excelência, saberá viver e saborear as coisas boas que a vida tem para oferecer de uma maneira refinada. Poderá ser indiferente às opiniões dos outros, é movido emocionalmente e fisicamente pela arte, pela música e por outras formas da beleza. A sua autoconfiança e o seu olho básico para as coisa, fará dele um excelente juiz  de qualquer tipo de áreas relacionadas com a criatividade ou arte; pode transformar-se num coleccionista distinto se tiver os meios para isso. Qualquer que seja a carreira que escolha fará cedo a sua marca  porque é naturalmente um trabalhador completo e devotado.
 Mas como todos os espíritos verdadeiramente românticos, este tipo de coelho poderá ter o seu lado negro, trabalhar bem somente quando está suficientemente inspirado. Ardente no amor e de largos horizontes, ele permitirá somente a um punhado de pessoas que entrem na sua vida por causa das muitas inibições que ele esconde no seu ego.







                                                                    Previsões para 2013:
 
Amor: Se está só, espere aventuras, encontros inesperados e paixões passageiras, pois o astral estará mais favorável às amizades. Como estará em busca do prazer e da liberdade, tome cuidado com as consequências de seus atos. Seja encontrou sua alma gemea, a fase será de entendimento e felicidade. Compartilhe os seus sonhos com o par e conseguirá fortalecer os laços afetivos, de companheirismo e cumplicidade.
Trabalho: Para não se sobrecarregar, priorize suas atividades, pois o excesso de pressão poderá causar estresse. Procure planejar suas ações e aja de maneira estratégica. Busque a organização, a praticidade e faça acordos. Haverá possibilidades de destaque e reconhecimento profissional.
Família: Tome atitudes, faça as mudanças necessárias e estabeleça limites no seu lar. Evite o nervosismo e acabe com as brigas e discussões. Aos poucos, tudo irá se resolver, e a harmonia voltará ao ambiente familiar.
Saúde: Fique longe dos excessos alimentares. Assim, poderá evitar problemas no fígado. Para manter a vitalidade e o bem estar pratique exercícios físicos regularmente.
 
         Coelho em chinês, dialecto cantonense se pronuncia - TOU  ou TOU CHAI





A lenda chinesa dos doze animais
Segundo uma antiga lenda chinesa, Buda convidou todos os animais da criação para uma festa de Ano Novo, prometendo uma surpresa a cada um dos animais. Apenas doze animais compareceram e ganharam um ano de acordo com a ordem de chegada: o Rato ou Camundongo; O Boi ou Búfalo (Vaca, na Tailândia); o Tigre (Pantera, na Mongólia); O Coelho (Gato, na Tailândia ); o Dragão (Crocodilo, na Pérsia); a Cobra ou Serpente (Pequeno Dragão, na Tailândia ); o Cavalo; a Cabra, bode ou Carneiro; o Galo ou Galinha; o Macaco; o Cão; o Porco ou Javali. O Cavalo de Fogo rege a cada 60 anos.
 
De acordo com um antigo texto budista, quando os animais terminam suas meritórias tarefas, fazem um juramento solene perante os budas de que um deles estará sempre, por um dia e por uma noite, pelo mundo, pregando e convertendo, enquanto os outros onze ficam praticando o bem em silêncio. O Rato inicia sua jornada no primeiro dia da sétima Lua; procura persuadir os nativos do seu signo a praticarem boas ações e a corrigirem os defeitos de seus temperamentos. Os demais bichos fazem o mesmo, sucessivamente, e o Rato reinicia seu trabalho no 13º dia. Assim, graças ao trabalho constante dos animais, os budas garantem uma certa ordem no universo.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

ANTES DO SOL





Adormeci antes do sol nascer, não percebi que a vida era assim, que o mundo é demais complicado para mim, mas entendi que tenho que lutar, viver e amar, compreendi, que ás vezes preciso chorar, mas entendi o que o carinho nasce do pensamento, os sonhos e os desejos nascem sem palavras e partilham-se numa alegria de silencio, mas também percebi, que um sorriso diz muito, mas ás vezes o silencio pode dizer tudo.  
Que o sol da felicidade cubra sempre a minha vida, e a sombra do amor cubra sempre o meu coração, fazendo de mim a pessoa mais compreensiva e tolerante com tudo o que me rodeia, vim do nada, vou para o nada, mas a verdade, é que por cá quero tudo para ser gente. 
Quero o calor do sol, quero o brilho da lua, quero viver a vida, que hoje é minha e sempre tua, quero a noite por companhia, e as lembranças por alegria.  
Pois nunca  vou esquecer tudo o que me dá forças para viver.  
 G. Batista.  
Século XXI.   







quarta-feira, 22 de maio de 2013

LUAR





Certa noite o luar, traça o caminho do mar, para chegares até mim, mas é tão longa a viagem, que para mim é só miragem de um sonho que não tem fim. 
  Naquele lugar tão belo, onde moramos os dois, nascido com amizade, construído com saudade, para o amor, chegar depois. 
  Chegou a hora e partiste, eu sofrendo fiquei triste, meu coração chorou, quase que não sentia o seu triste palpitar, esperando pelo dia, e ele, é tão meu amigo, que vai bater de alegria, no dia que nos juntar. 
  No dia que nos juntar, de forma tão grande e forte, que vamos ter a certeza, que esta tamanha riqueza, nem nos separa na morte. 
  Generosa Batista. 
  Outubro.  2010. 




quinta-feira, 16 de maio de 2013

LUGARES








Os lugares, por onde andamos não se esquecem meu amor, nem tudo o que falamos, quer seja alegria o dor. 
O tempo contigo passava, que dizia não ter fim, e agora que estou só, não passa um só dia que não passe, um ano em mim. 
Será, que é desespero, sofrido com amargura, ou será desilusão ao lado da desventura. 
Lembraste daquela rua, que hoje é minha, e já foi tua, talhada para noz dois, criada com amizade, construída com saudade, para o amor morar depois. 
Chegou um dia partiste, eu fiquei só e triste sem saber, o que fazer, então perguntei a vida, o que me restava agora, e a vida respondeu, que eu tenho que por cá andar, continuar, amar até chegar a minha hora. 

  G. Batista. 

  Janeiro.  2011.  






terça-feira, 7 de maio de 2013

SAUDADES



Que saudades que eu tenho, são maior que o meu tamanho.
 Que pequenina eu sou, mas eu pergunto as saudades, qual vai ser o dia de chegar a onde vou. 
 Tenho saudades de viver, o sonho que tanto quero, e vontade de chegar e até por lá ficar, naquele lugar, eu espero. 
 Vida o que é feito de mim, será que não sei viver, então eu vou-te pedir, deixa-me voltar a vida, ajuda-me a reaprender. 
 Ai que saudades, que eu tenho de ter saudade, de alguém por quem tanto choro, que tanto amo e adoro, por força da circunstancia, porque quando se tem saudade, e se ama de verdade, não á longe nem distância. 
Saudades da tua voz, e de te ter a meu lado, eu nunca vou aceitar, e hei-de sempre lutar, para que não seja passado. 
  G. Batista. 

 Dezembro 2011. 

 

LUGARES




Os lugares, por onde andamos não se esquecem meu amor, nem tudo o que falamos, quer seja alegria ó dor. 
O tempo contigo passava, que dizia não ter fim, e agora que estou só, não passa um só dia que não passe, um ano em mim. 
 Será, que é desespero, sofrido com amargura, ou será desilusão ao lado da desventura. 
 Lembraste daquela rua, que hoje é minha, e já foi tua, talhada para noz dois, criada com amizade, construída com saudade, para o amor morar depois. 
 Chegou um dia partiste, eu fiquei só e triste sem saber, o que fazer, então perguntei a vida, o que me restava agora, e a vida respondeu, que eu tenho que por cá andar, continuar, amar até chegar a minha hora. 
  G. Batista. 

 Janeiro 2011. 


quinta-feira, 2 de maio de 2013

ANTES DO SOL



Adormeci antes do sol nascer, não percebi que a vida era assim, que o mundo é demais complicado para mim, mas entendi que tenho que lutar, viver e amar, compreendi, que ás vezes preciso chorar, mas entendi o que o carinho nasce do pensamento, os sonhos e os desejos nascem sem palavras e partilham-se numa alegria de silencio, mas também percebi, que um sorriso diz muito, mas ás vezes o silencio pode dizer tudo. 

 Que o sol da felicidade cubra sempre a minha vida, e a sombra do amor cubra sempre o meu coração, fazendo de mim a pessoa mais compreensiva e tolerante com tudo o que me rodeia, vim do nada, vou para o nada, mas a verdade, é que por cá quero tudo para ser gente.

 Quero o calor do sol, quero o brilho da lua, quero viver a vida, que hoje é minha e sempre tua, quero a noite por companhia, e as lembranças por alegria. 

 Pois nunca vou esquecer tudo o que me dá forças para viver. 

  G. Batista. 

  Século XXI.  
 
 

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

ESTRO MEU!...


Voo rasteirinho
ao nível dos braços.
Voo desde o ninho
Sem grandes espaços.
 
Voo devagar
Como se à cautela
vai roçando o mar
em larga parcela.
 
Voo com o azul
da manhã abrindo,
Ao norte e ao sul
e a vida sorrindo.
Voo sem canseira
simples, quase nu...
Despido se esgueira!
- Aonde vais tu?...
 
 

 

domingo, 18 de novembro de 2012

QUEM SOU EU





Quem sou eu?  
Quantas vezes faço, esta pergunta para mim, a verdade é, que raramente tenho razão, porque será então.  
A verdade é que não sei, nem sei se saberei.  
Gostava de poder falar, com o meu pobre coração, para ele me dizer, porque sofre de emoção.  
E então digo-lhe bem baixinho, para não bater assim, para ter pena de mim.  
Onde está meu coração, não sinto o seu palpitar, nem sei se quer trabalhar.  
 Eu digo-lhe, para bater bem baixo de vagarzinho, pobre coração coitado, que sofre sem ser culpado, anda mesmo tristinho. 
Onde estás coração? Não sinto o teu palpitar, é tão grande a minha dor, que nem preciso chorar.  
 
 
 

sábado, 17 de novembro de 2012

NO BARCO



O barco baloiça leve.
Na voz cantante das águas
O barco caminha leve
Afogando as minhas mágoas.
 
O rumo se mostra além
O barco baloiça leve...
Nestas ondas de vai-vem
Minh'alma - saudade - escrever
 
O barco baloiça leve
Como afagos de ternura
O barco jamais percebe
O meu sentir de amargura
 
Neste leve baloiçar
Embalando a minha vida
Menos forte é meu pesar
Neste adeus de despedida
 
Dorme, dorme coração
Um sono de sonho breve
E murmura esta canção:
- O barco baloiça leve.
 
Cremilde Cambeta


António Cambeta

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

LINHA DA SOLIDARIEDADE





Se quer sair da solidão:  

Então venha, daí.  

Estamos:  

 
Em, 21 031 90 10.  

Estará sempre alguém há sua espera, vinte e quatro horas, sob vinte e quatro horas.  
Pois todos juntos podemos ser mais felizes.  
Este, é, o cantinho dos amigos.  

Linha da solidariadade. 

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

ÚLTIMO VERÃO




                                                                     Ultimo verão  

Foi no ultimo verão, que te conheci, e desde então não mais te esqueci.  
Foi no ultimo verão, que te pedi um abraço, mas tu não quizeste dar, mas diceste que a culpa era do mar, e eu sofrendo fiquei a chorar.  
Foi no ultimo verão, que nos encotramos,que dicemos,pensamos que nos amamos, mas agora já não sei se fui só eu que te amo e amarei.  
Tudo que vivi no ultimo verão,eu vou guardar para sempre no meu coração.  
Umas vezes a rir, outras a chorar, mas o ultimo verão eu vou sempre recordar.  
No ultimo verão, paciavamos na praia, eu deite a minha mão, falamos coisas do coração.  
 No ultimo verão, eu fui feliz, mas tu eu não sei se foste, ou não.  
 
No ultimo verão, falamos de tudo, eu sim falei, mas tu se falaste pois eu não sei, sorrimos muito, e eu feliz fiquei, se tu ficaste pois eu não sei.  
 No ultimo verão, de alegria chorei, se tu choraste, pois eu não sei.  
No ultimo verão, se eu podece contar o que vivi e senti, então eu gritava bem alto, por ti, por ti, e disia estou aqui aqui.  
O verão terminou, mas eu não quero pençar que tudo acabou, hoje sento-me só, pois por companhia tenho a solidão,mas também tenho a fé,que vai voltar a mesma alegria ao meu coração.  
 Verão de 2010.  
 MARIA.
 
 

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

PORQUÊ HOJE




Porque hoje é sábado, e eu estou aqui, há procura de mim, porque será que estou assim. 

 Que estranha forma de vida, que vivo neste momento, é tão estranha e dolorida que não cabe num lamento. 

Porque hoje é sábado, e eu sou quem não cria ser, mas tenho que por cá ficar e continuar a viver. 

E porque hoje é sábado, inesquecível momento, que eu vivi um dia, pois tenho o meu pensamento naquelas belas noites que tão cheias de alegria. 

Porque hoje é sábado, eu quero ir onde não vou, quero fazer, o que não fiz, quero estar onde não estou. 

Porque hoje é sábado, e eu tenho saudade da juventude, que vivi e dos amores que nela perdi. 

Porque hoje é sábado, e eu estou aqui, com a certeza que ainda vou viver momentos de amor que nunca vivi. 

E porque hoje é sábado, e eu não quero sofrer, quero pensar em mim e voltar a viver. 

Porque hoje é sábado, e o tempo passa mas já mais apaga, as recordações, que um dia vivi bem junto de ti. 

Porque hoje é sábado, e eu grito com ardor, lembrando os nossos momentos felizes e os teus poemas de amor.  

Porque hoje é sábado, é um dia diferente, e porque é sábado eu quero voltar a ser gente, quero voltar a ser pessoa, porque hoje é sábado, e o tempo não perdoa. 

Porque hoje é sábado, vem dar-me a tua mão, sobe comigo a encosta, porque quando a gente gosta, ninguém cala o coração. 

  Generosa Batista. 
  16 de Abril de 2011. 

  Por tudo o que me dá, obrigada meu Deus.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

ÚLTIMO VERÃO


Foi no ultimo verão, que te conheci, e desde então não mais te esqueci. 
Foi no ultimo verão, que te pedi um abraço, mas tu não quizeste dar, mas diceste que a culpa era do mar, e eu sofrendo fiquei a chorar. 
Foi no ultimo verão, que nos encotramos,que dicemos,pensamos que nos amamos, mas agora já não sei se fui só eu que te amo e amarei. 
Tudo que vivi no ultimo verão,eu vou guardar para sempre no meu coração. 
Umas vezes a rir, outras a chorar, mas o ultimo verão eu vou sempre recordar. 
No ultimo verão, paciavamos na praia, eu deite a minha mão, falamos coisas do coração. 
No ultimo verão, eu fui feliz, mas tu eu não sei se foste, ou não. 
No ultimo verão, falamos de tudo, eu sim falei, mas tu se falaste pois eu não sei, sorrimos muito, e eu feliz fiquei, se tu ficaste pois eu não sei. 
No ultimo verão, de alegria chorei, se tu choraste, pois eu não sei. 
No ultimo verão, se eu podece contar o que vivi e senti, então eu gritava bem alto, por ti, por ti, e disia estou aqui aqui. 
O verão terminou, mas eu não quero pençar que tudo acabou, hoje sento-me só, pois por companhia tenho a solidão,mas também tenho a fé,que vai voltar a mesma alegria ao meu coração. 
  Verão de 2010. 
  MARIA.


segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

ADEUS AMIGA



Adeus amiga 

Eu nem cria acreditar no que se estava a passar contigo, pois quando gostamos de alguém nunca vamos pensar que pode estar mal, a verdade é que tu ficaste bem mal em pouco tempo, a tua vida não resistiu ao sofrimento, a doença não teve cura, a tua vida pouco durou e este mundo deixou de ser teu.
 Foi com muita tristeza, que acompanhei o teu fim, fim que fez sofrer todos os que te amavam, e também todos os que muito gostavam de ti, falo de mim e da nossa grande e boa amizade, que ao longo de 40 anos foi muito bonita e sempre ficando maior, de ti, só tenho lembranças que nunca vou esquecer de ti só tenho recordações, e actos de bondade, foste para mim a amiga perfeita, agora resta a saudade de tudo o que passamos juntas, lembro-me das férias, dos divertimentos, e até dos bailaricos e festas, também não poço esquecer as nossas conversas, e os nossos desabafos, bocadinhos da vida que às vezes também nos faziam falta, nós e a nossa família muito de bom temos para recordar enquanto a vida nos der vida, foste mãe como eu sou, foste avó como eu sou, levas-te contigo grandes amores, mas a verdade é que deixaste por cá grandes saudades, e uma profunda amargura, vamos certamente todos dizer que são coisas do destino é uma boa desculpa para todos, que nada sabemos para além do aqui e agora, talvez nos dê jeito, dizer que tudo já está destinado desde que nascemos, Foste uma óptima esposa, mãe, avó, e também uma boa amiga, daquelas amigas que não vamos poder esquecer nunca. 
   As vezes tenho muita dificuldade em entender as voltas que a vida dá, então fico a pensar, como é, que uma pessoa que tanto deu aos outros, quando chegou a sua vez de ser ajudada, ninguém pode fazer nada a verdade é que ao chegar a hora não à volta a dar, e assim tu partiste e nós ficamos com a eterna saudade.
 Generosa.
 13 Do 10 de 2008
 Comigo fica a saudade.
 G. B.